“Deitou-se sobre o chão, e fixou seu olhar nos pingos de chuva que
escorriam pela janela. Dizia que era sono, mas todos podiam perceber nas
lágrimas sob seus olhos. Ela se perguntava o que era aquilo. Se achava mais idiota que o normal por sentir falta de quem nem lembrava mais do seu nome. Olhou-se
no espelho… e não muito diferente das outras vezes, sentiu raiva
daquele reflexo. Torturou-se com as músicas que lhe fazia lembrar de
tantas coisas. Sentiu medo. Mas dessa vez, não havia absolutamente ninguém para protegê-la.”
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